OPINIÃO

8 - Julho - 2013

Balanço do governo e da oposição

PT e PSDB juntinhos contra o movimento em seu início,
Alckmin e Haddad afirmaram que não voltariam atrás, que o aumento das passagens era inteiramente justificado, e que teria sido menor que a inflação. Agiram em conjunto, de Paris, onde estavam para inveja do governador Sergio Cabral.
Os dois denunciaram a violência dos vândalos, atribuindo-as aos manifestantes.
Depois da violência policial exacerbada no dia 13 de junho, Haddad  tentou se separar do governador, dizendo que uma dia a violência foi dos manifestantes, no outro da PM. O Ministro da justiça denunciou também a violência dos manifestantes e colocou sua polícia à disposição do governador. No dia seguinte, aproveitou-se da violência policial e voltou atrás completamente.
Talvez por conselhos do Lula, foram se afastando do PSDB; mas Haddad resistiu até o último momento. Como a outra cria do Lula - nossa presidente -, Haddad pensa como funcionário público e disse que que rever o aumento seria populismo. Disse isso na hora do almoço e antes do jantar revogava o aumento. Ao lado de quem? Do governador Alckmin que, ao menos, mostrou mais compostura.
As manifestações não pararam de imediato. E a presidente da república decidiu intervir.


 


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